Contra a invasão do betão, pela qualidade de vida de quem vive no nosso Concelho !

28
Abr 06
Barreiras de som no IC 22 causam “ruído” em reunião de CMO

A reunião de Câmara do dia 19 de Abril ficou marcada pelo desacerto entre a coligação PS-PSD a respeito da colocação de barreiras protectoras de som no IC 22.


A proposta surgiu da bancada da CDU. “O instituto de Estradas de Portugal construiu vias rápidas de intenso tráfego, como a CRIL e a IC 22, não tendo colocado barreiras protectoras de som e ruído os quais muito têm degradado a qualidade de vida das pessoas que vivem próximo destas rodovias, nomeadamente no Chapim, Quinta Nova, Codivel e Patameiras”, apresentava o vereador comunista Ilídio Ferreira. A exigência feita pela CDU, suscitou algum desentendimento na coligação, depois da Presidente de Câmara ter revelado que esta temática já tinha sido levantada numa reunião entre a Câmara e a empresa. Encontro que o vereador do PSD com o pelouro do Ambiente, Carlos Bodião, afirmou desconhecer. O vereador social-democrata sublinhou ainda que este assunto, que estava sob a sua responsabilidade, teria sido entregue ao vereador das Obras Municipais, Vítor Peixoto, sem que isso lhe tenha sido comunicado. Dado o desacerto, a presidente de Câmara teve de suspender os trabalhos por falta de consenso.


A CDU acabou por retirar a proposta, com a Presidente de Câmara a afirmar que estas diligências “estavam a decorrer ao nível institucional e que não havia razão para estar novamente a colocar a mesma questão”.


Ainda na mesma reunião de Câmara, e de realçar, esteve a proposta, aprovada por maioria, de protocolo de Cooperação entre a Credifilis, SA e a Câmara Municipal de Odivelas relativamente ao realojamento de um agregado familiar residente na Quintinha da Arroja. Sobre esta questão, a CDU absteve-se por considerar que “se é o promotor que tem a responsabilidade de tudo, (…) como é que é agora a Câmara a adquirir a casa e a fazer o realojamento, fica a família realojada a pagar renda à Câmara”.


A assinalar, ainda, o dia 18 de Abril, o dia Internacional dos Monumentos e Sítios, a CDU concluiu que “Odivelas, não serve de exemplo na conservação do seu património”, apontando o Padrão do Senhor Roubado como um dos locais abandonados pela autarquia. Para além, do mural estar degradado, dos contentores de lixo que se acumulam e um jardim sem grande tratamento estético, os comunistas falaram ainda sobre o facto no parque do Senhor Roubado se encontrarem por todo o lado carros, nos passeios e junto à entrada, sem que se dê importância ao monumento que ali reside datado do século XVIII.

publicado por antonio ribeiro às 15:43

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A matança das focas no Canadá continua.


O cantor Morrisey juntou a sua voz aos que defendem a causa, a lógica, diria mesmo a razão.


No seu site oficial pode ser lido o texto onde explica o seu boicote e as suas ideias sobre a matança.


Do mesmo sublinho este extracto:


 "O primeiro ministro Canadiano defende que a matança de focas é economica e ambientalmente justificada. A população de focas olhou por ela milhares de anos sem a intervenção humana, e tal como o mundo sabe, esta caça só tem a ver com uma coisa: fazer dinheiro. A industria da moda é poderosa e essa é a razão para que as focas bébes sejam mortas com uma pancada na cabeça e sem danificar a sua pele. O sr. primeiro ministro acrescenta que esta actividade cria postos de trabalho para as comunidades locais, mas esta é uma razão ignorante demais para poder manter tão bárbaras e crueis acções". Morrisey vai bem longe e bem certeiro nos seus comentários,"a construção das câmaras de gás alemãs tambem providenciaram trabalho para alguém. Esta não é uma razão lógica ou moral para permitir o sofrimento. Boicote os produtos do Canadá, pois está lado a lado com a China como países mais cruéis e serventes."


Fica ainda a questão...se dá dinheiro é porque alguém as compra.
Fica tambem a possibilidade de escrever ao sr.harper, ministro do Canadá:
www.stopthesealhunt.com/site/apps/ka/ct/contactcustom.asp?c=hmKYJeNVJtF&b=412891
artigo presente no blog: The Rainbow Warrior


retirado do blog : http://bolotavoadora.blogspot.com/

publicado por antonio ribeiro às 11:16

26
Abr 06

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25 de Abril, Sempre!


Canalhas cobardes nunca Mais!


 

publicado por antonio ribeiro às 13:22

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Nastasya Vasilyeva chora junto à sua casa de Rudniya, perto da zona de contaminação de Chernobyl


Foi a 26 de Abril de 1986. Na central nuclear da cidade ucraniana de Tchernobil estava a testar-se o reactor 4. Desligaram-se vários sistemas de segurança e reduziu-se a potência para níveis muito abaixo dos recomendados. Aos erros humanos juntaram-se as debilidades da tecnologia e aconteceu o maior acidente nuclear da História.

Consecutivas explosões lançaram uma nuvem radioactiva sobre vários países da Europa. A Bielorússia, a Rússia e a Ucrânia foram as nações mais atingidas.

Estima-se que cerca de 56 pessoas perderam a vida devido às radiações. Mas ninguém sabe dizer quantas mais virão a morrer. Sabe-se sim que o número de casos de cancro tem vindo a aumentar. Uma tendência que se acredita irá continuar por vários anos.

No ambiente, os efeitos podem medir-se ainda hoje. Há material radioactivo nos solos, no fundo dos rios e lagos, nos animais e nas plantas.

Mas as consequências das explosões no reactor 4 são sentidas também ao nível económico. Chernobyl custa por ano 5 a 7 por cento do PIB da Ucrânia, 6 por cento do da Bielorússia. Só na nova cobertura de protecção do reactor 4, Kiev conta gastar mil milhões de euros.

A estrutura deverá permitir o desmantelamento do que resta do reactor onde há ainda toneladas de combustível e outros materiais contaminados.

Um processo que, de acordo com o Presidente ucraniano, Viktor Yushenko, deverá estar concluído até 2010.

Hoje, na região de Chernobil residem 2.300 mil pessoas. Dentro da área sujeita ao controlo especial radioactivo, encontram-se permanentemente 1.600. Não longe do reactor 4 moram 400 pessoas.

Este ano, o governo da Ucrânia, com a ajuda da União Europeia, inicia a edificação de um novo sarcófago reforçado que cobrirá o velho e gasto construído sobre o reactor 4.

A obra, avaliada em quase 2.000 milhões de euros, deverá garantir, nos próximos 100 anos, o isolamento da reacção em cadeia em curso no interior daquele "vulcão". 


 sic online com lusa

publicado por antonio ribeiro às 12:54

21
Abr 06

tchernobil.jpg



CHERNOBIL VINTE ANOS DEPOIS


 O MAIOR ACIDENTE TECNOLÓGICO DE SEMPRE


 No próximo dia 26 de Abril, evocam-se vinte anos sobre o grave acidente nuclear na central de Chernobil (Pripyat - Kiev, na Ucrânia). Nesta ocasião, a Plataforma Não ao Nuclear pretende prestar homenagem a todas as vítimas da energia nuclear dita «pacífica» e chamar a atenção para a necessidade de reflectir sobre a (in)segurança associada às centrais nucleares, já que hoje, como em 1986, a possibilidade da ocorrência de um acidente nuclear de grandes proporções não pode ser ignorada.


 Com o objectivo de tentar impor em Portugal a construção de centrais nucleares, têm alguns ultimamente tentado negar ou diminuir a gravidade do acidente de Chernobil. Os promotores do nuclear sabem bem que o acidente de 1986 está ainda vivo na memória dos portugueses. Note-se que, antes desse acidente, pelo menos duas centrais nucleares estiveram muito perto de uma catástrofe idêntica ou até mais devastadora, ambas em países ocidentais: em Inglaterra em 1957, em Windscale, e nos Estados Unidos, em 1979, em Three Mile Island.


 Mas Chernobil foi e continua a ser o maior acidente tecnológico da história da humanidade, o de maior envergadura e de consequências mais devastadoras. Compreende-se que a indústria nuclear não goste que lho recordem. Ao contrário do que afirmam os entusiastas do nuclear, continua a não ser possível eliminar a eventualidade de um acidente grave numa central nuclear, isto é, acompanhado da libertação maciça de radioactividade sem controlo, nos solos, nas águas, no ar, na fauna, na flora, nas pessoas, no ambiente. As consequências de um acidente desta natureza passariam por mortes imediatas e diferidas, malformações e cancros, embargo prolongado de alimentos vegetais e animais, evacuação precipitada de dezenas ou centenas de milhares de pessoas, interdição por décadas de extensas áreas, e efeitos eventuais a milhares de quilómetros de distância.


 Não passa de propaganda a ideia de que existiriam centrais nucleares de «nova geração» não sujeitas à eventualidade de um acidente grave, por mais baixa que seja a sua probabilidade teórica. Apesar dos esforços de aperfeiçoamento dos sistemas de segurança, tal eventualidade não pode ser eliminada. Para os promotores do nuclear, encarar esse facto de frente seria manifestação de um «medo irracional». Pelo contrário: ignorá-lo é que é antes prova de temeridade irresponsável e eticamente inaceitável, expressão de uma leviandade que não hesita em criar situações de perigo caracterizado, e fora de qualquer medida comum, para populações inteiras.


 Acrescem ainda, como problemas decorrentes de qualquer central nuclear, os resíduos altamente radioactivos de longa duração, alguns deles por centenas de milhares de anos, e a radioactividade de baixas doses libertada em laboração normal, já que, do ponto de vista biológico e médico, nenhuma dose é inofensiva.


 Numerosas razões existem para rejeitarmos a opção nuclear. Para além das apontadas acima, ela é um claro obstáculo à aposta na eficiência energética e nas energias renováveis de baixo impacto ambiental, essas sim verdadeiras soluções sustentáveis e seguras para o problema das emissões de gases com efeito de estufa e do esgotamento inevitável dos combustíveis fósseis e de outros recursos finitos como os próprios minérios radioactivos.


 Nuclear em Portugal, decididamente NÃO!


 Plataforma Não ao Nuclear*


21 de Abril de 2006


 Para mais informações: Susana Fonseca – 936603683 (Quercus - ANCN); Gualter Baptista – 919090807 (GAIA)


 * A Plataforma Não ao Nuclear é constituída por organizações não governamentais, movimentos sociais e cidadãos em nome individual, podendo a adesão à mesma ser efectuada através de correio electrónico para o endereço - geral@naoaonuclear.org

publicado por antonio ribeiro às 09:48

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