Contra a invasão do betão, pela qualidade de vida de quem vive no nosso Concelho !

29
Out 07

"Vivemos numa sociedade global que emite 70 milhões de toneladas de poluição para a atmosfera todos os dias. Seria uma estupidez pensar que isso não vai ter impactos".


Al Gore, Prémio Nobel da Paz, "El Mundo" online, 25-10-2007

publicado por antonio ribeiro às 18:33

Universidade do Minho vai dar bicicletas aos alunos


 O equipamento é pessoal e intransmissível e ao fim de três anos o utilizador poderá exercer a opção de compra do veículo por uma quantia simbólica


Duas mil bicicletas vão ser distribuídas, gratuitamente, a estudantes da Universidade do Minho (UM). A iniciativa é dos serviços de acção social da própria universidade, em cooperação com uma empresa de Aveiro, a Ideia Biba, que criou a Bute (Bicicleta de Utilização Estudantil).


A Bute é uma bicicleta do tipo citadino, equipada com um cesto para facilitar o transporte de livros ou computadores, descreve Carlos Silva, administrador dos serviços de acção social da UM. O equipamento é "pessoal e intransmissível" e será entregue por um período de três anos, findo o qual os utilizadores poderão optar pela aquisição da bicicleta, mediante o pagamento de uma quantia simbólica que rondará os 25 euros, esclarece o mesmo responsável.


Funcionários e docentes também poderão candidatar-se ao equipamento, que será entregue por fases. O objectivo do projecto é "promover o ambiente, o desporto e a vida saudável". "Queremos influenciar as pessoas a deixarem o carro em casa", sublinha Carlos Silva.


Os interessados terão de preencher um formulário de adesão, que serve como boletim de candidatura e de identificação do equipamento e do seu titular.


As primeiras 200 bicicletas vão ser atribuídas em Novembro, "com prioridade para os estudantes bolseiros colocados nas residências universitárias", refere a mesma fonte acrescentando que projecto vai alargar-se gradualmente a toda a academia, sendo a intenção da UM distribuir 200 bicicletas por mês até Julho de 2008. Além disso, serão criadas 50 estações de parqueamento nos dois campi da academia, em Braga e em Guimarães.


Na base desta iniciativa, que vai ser apresentada publicamente na próxima quarta-feira, está "um novo conceito de mobilidade urbana", financiado a partir de receitas publicitárias provenientes de um conceito pouco divulgado em Portugal, o advertising in motion, que passa pela inclusão de uma imagem ou de um produto promocional nas bicicletas.


Além do equipamento gratuito, os utilizadores vão contar com "assistência e manutenção gratuita" que estará disponível em oficinas próprias. Embora se trate de um projecto dirigido à comunidade universitária, o Bicicletas de Utilização Estudantil (Bute) vai desenvolver-se em cooperação com outras iniciativas de mobilidade de cariz municipal, como o aproveitamento de ciclovias e a promoção de meios de transporte ecológicos.


Segundo Carlos Silva, responsável pelo projecto Bute, os equipamentos começarão a circular primeiro em Braga e só depois em Guimarães, isto porque as negociações entre a UM e o município de Braga já estão praticamente concluídas.


29.10.2007, Victor Ferreira, in Público

publicado por antonio ribeiro às 17:59

13
Out 07

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"Eles (os polícias) iam à Câmara e pelo caminho passaram pelo sindicato"


Maria Alzira Serrasqueiro, governadora civil de Castelo Branco


Esta mulher só podia ser do PS, certo?

publicado por antonio ribeiro às 08:35

12
Out 07

Oposição em peso acusa Governo de "intimidação"


A visita de dois polícias à sede de um sindicato, na Covilhã, nas vésperas de uma manifestação contra o primeiro-ministro, dominou ontem a sessão parlamentar, com a oposição em peso a acusar o Governo de limitar as liberdades e de promover um clima intimidatório no País. O histórico socialista Manuel Alegre não foi tão longe, mas deixou uma mensagem clara: "Espero que fique esclarecido e que não volte a repetir-se. Assim o exige a própria história do PS."

As críticas mais violentas ao episódio passado na Covilhã vieram da bancada do PSD. "Desde 2005, desde que fez o restyling José Sócrates, o PS não pode dar cartas em matéria de liberdades. Nesta matéria, o PS envelheceu e reformou-se definitivamente", acusou Paulo Rangel. Antes, o mesmo deputado tinha já carregado no tom. "Algo está podre na República portuguesa" quando agentes da polícia visitam um sindicato para recolher "elementos probatórios" sobre uma manifestação, acusou. Para acrescentar que esta atitude configura mais um degrau - "um perigoso degrau" - no "clima de atrofia da liberdade cívica". Para o PSD, "a longa série de casos até agora conhecida situava-se no plano da reacção" (uma referência a casos como o do professor Charrua ou a identificação de manifestantes em Guimarães). Agora "deu-se um passo de gigante" - "a prevenção de comportamentos indesejados é já da ordem da censura a priori".

Também numa intervenção política, o BE alinhou pela mesma ideia. "O País descobre com estupefacção uma nova medida de segurança - 'visitas policiais preventivas' às iniciativas de protesto social", apontou Ana Drago. Que responsabilizou directamente José Sócrates: "Foi o primeiro-ministro que deu e tem dado o mote, quando classifica a luta política e o protesto como insultos." António Filipe, do PCP, chamou-lhe a "recente teoria do insulto. O primeiro- -ministro considera que todas as críticas feitas à sua governação são insultos pessoais". "Isto é uma concepção à Luís XIV, para quem o Estado era ele", acrescentou. Pelo CDS, Diogo Feio questionou as prioridades policiais - "Numa altura em que o País vive uma onda de assaltos, a grande preocupação das forças policiais é saber o que se vai passar numa manifestação contra o Governo?"

Aplauso geral a Alegre


Ao longo de cerca de hora e meia de debate, a bancada do PS, pela voz do vice-presidente Ricardo Rodrigues, insistiu que é preciso esperar pelo resultado do processo de averiguações ordenado pelo ministro da Administração Interna, para saber o que se passou. E sublinhou também que Rui Pereira estará terça-feira no Parlamento para esclarecer este caso.

Mais contundente foi Manuel Alegre. Logo no início do debate, o deputado pediu a palavra para distinguir o que serão as conclusões do inquérito da necessária "pedagogia democrática" sobre este caso. "A liberdade sindical é inseparável da liberdade política", afirmou o histórico socialista, numa intervenção aplaudida pelo PS, PSD e BE. E que veio a ser citada várias vezes pela oposição, para apontar Alegre como a única voz socialista que condenou expressamente o episódio na Covilhã.

DN, Susete Francisco,12 de Outubro 2007
publicado por antonio ribeiro às 08:46

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