Contra a invasão do betão, pela qualidade de vida de quem vive no nosso Concelho !

28
Nov 07

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• Aveiro - Início de encontro na Praça Melo Freitas (perto do Rossio) a partir das 18h00, saída às 18h30.


 • Coimbra - Concentração no Largo da Portagem, junto à estátua do Mata Frades, 18h00, saída às 18h30.


 • Lisboa - Concentração na Marquês Pombal, no início do Parque Eduardo VII, 18h00, saída às 18h30.


 • Portimão - Concentração na Fortaleza de Santa Catarina às 18:30.


 • Porto - Concentração na Praça dos Leões, 18h00, saída às 18h30.


 5 Motivos para andar de bicicleta:


Cuide da sua Saúde – Poupe dinheiro – Poupe tempo – Aproveite a Vida – Preserve o Ambiente


 Mais informações:


http://massacriticapt.net/

publicado por antonio ribeiro às 18:58

"Daniel Ortega falou durante 20 minutos, apoiando as apreciações de Chávez sobre Aznar, criticando a “aliança político-militar” que aquele teceu com os EUA.


Sempre olhos nos olhos com Zapatero e Juan Carlos, o líder da Nicarágua defendeu o “direito à liberdade de expressão” de Chávez, que apenas criticou “o cidadão” Aznar, que “fez e continua a fazer campanha contra a Venezuela”. 


“Se nós temos que vos respeitar, vocês têm de se dar ao respeito”, reclamou. 


Irritado, Juan Carlos acabou por abandonar a sala, tendo voltado ao plenário apenas após o hino, para a sessão de encerramento."


in Público

publicado por antonio ribeiro às 18:50

24
Nov 07

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Esta frase, pronunciada pelo Rei de Espanha, dirigindo-se ao Presidente Hugo Chávez durante a XVII Cimeira Iberoamericana, corre o risco de ficar na história das relações internacionais como um símbolo das contas por saldar entre as potências ex-colonizadoras e as suas ex-colónias.


 Não se imagina um chefe de Estado europeu a dirigir-se nesses termos publicamente a um seu congénere europeu quaisquer que tenham sido as razões do primeiro para reagir às afirmacões do último.


Como qualquer frase que intervém no presente a partir de uma história não resolvida, esta frase é reveladora a diferentes níveis.
Revela a dualidade de critérios na avaliação do que é ou não democrático.


Está documentado o envolvimento do primeiro-ministro de Espanha, José Maria Aznar, no golpe de Estado que em 2002 tentou depor um presidente democraticamente eleito, Hugo Chávez, com a agravante que na altura a Espanha presidia à União Europeia.


 Para Chávez, Aznar, ao actuar desta forma, comportou-se como um fascista. Pode questionar-se a adequação deste epíteto. Mas haverá tanta razão para defender as credenciais democráticas de Aznar, como fez pateticamente Zapatero, sem sequer denunciar o carácter antidemocrático desta ingerência?


Haveria lugar à mesma veemente defesa se o presidente eleito de um país europeu colaborasse num golpe de Estado para depor outro presidente europeu eleito?


Mas a dualidade de critérios tem ainda uma outra vertente: a da avaliação dos factores externos que interferem no desenvolvimento dos países. Zapatero criticou aqueles que invocam factores externos para encobrir a sua incapacidade de desenvolver os países. Era uma alusão a Chavez e à sua crítica do imperialismo norte-americano.


 Podem criticar-se os excessos de linguagem de Chávez, mas não é possível fazer esta afirmação no Chile sem ter presente que ali, há trinta e quatro anos, um presidente democraticamente eleito, Salvador Allende, foi deposto e assassinado por um golpe de Estado orquestrado pela CIA e por Henry Kissinger. Tão pouco é possível fazê-lo sem ter presente que actualmente a CIA tem em curso as mesmas tácticas usando o mesmo tipo de organizações da "sociedade civil" para destabilizar a democracia venezuelana.



Tanto Zapatero como o Rei ficaram particularmente agastados pelas críticas às empresas multinacionais espanholas (busca desenfreada de lucros e interferência na vida política) feitas, em diferentes tons, pelos presidentes da Venezuela, Nicarágua, Equador, Bolívia e Argentina.


Ou seja, os presidentes legítimos das ex-colónias foram mandados calar mas, de facto, não se calaram. Esta recusa significa que estamos a entrar num novo período histórico, o período pós-colonial, um período longo  que se caracterizará pela afirmação mais vigorosa na vida internacional dos países que se libertaram do colonialismo europeu, assente na recusa das dominações neocoloniais que persistiram para além do fim do colonialismo.


 Isto explica porque é que a frase do Rei de Espanha, destinada a isolar Chávez, saiu pela culatra. Pela mesma razão têm falhado as tentativas da UE para isolar Roberto Mugabe.



Mas "¿porqué no te callas?" é ainda reveladora a outros níveis. Saliento três.


Primeiro, a desorientação da esquerda europeia, simbolizada pela indignação oca de Zapatero, incapaz de dar qualquer uso credível à palavra "socialismo" e tentando desacreditar aqueles que o fazem. Pode questionar-se o "socialismo do século XXI" - eu próprio tenho reservas e preocupações em relação a desenvolvimentos recentes na Venezuela - mas a esquerda europeia deverá ter a humildade para reaprender, com a ajuda das esquerdas latinoamericanas, a pensar em futuros pós-capitalistas.



Segundo, a frase espontânea do Rei de Espanha, seguida do acto insolente de abandonar a sala, mostrou que a monarquia espanhola pertence mais ao passado da Espanha que ao seu futuro. Se, como escreveu o editorialista de El País, o Rei desempenhou o seu papel, é precisamente este papel que mais e mais espanhóis põem em causa, ao advogarem o fim da monarquia, afinal uma herança imposta pelo franquismo.


 Terceiro, onde estiveram Portugal e o Brasil nesta Cimeira? Ao mandar calar Chávez, o Rei falou em família. O Brasil e Portugal são parte dela?


Boaventura de Sousa Santos, Publicado na Visão em 22 de Novembro de 2007

publicado por antonio ribeiro às 12:39

20
Nov 07

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Os 'opinion makers' da nossa praça chamam 'Ditador' a Hugo Chávez, Presidente da Venezuela. Esquecem-se de um pequeno pormenor, Chávez foi eleito por milhões de venezuelanos.


O rei de Espanha, Juan Carlos, ao que sabemos, não foi eleito por ninguém e anda, há anos, a brincar com o dinheiro dos impostos do povo espanhol.

publicado por antonio ribeiro às 22:59

18
Nov 07

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Declaração de Berna da ECF


Maior uso da Bicicleta – o seu papel no debate climático e na política de transportes!


 A ECF - European Cyclists’ Federation (federação europeia de utilizadores de bicicleta, de que a FPCUB é membro de pleno direito) congrega todas as associações nacionais de ciclistas da Europa, reforçada por organizações similares de outras partes do mundo.


Ao todo possui 51 membros, representando mais de meio milhão de cidadãos europeus.


Os membros da ECF reunidos em Berna reconhecem que as mudanças climáticas estão entre as maiores ameaças à civilização humana e juntaram-se para tornarem pública a seguinte declaração:


1. A ECF aplaude o reconhecimento por parte dos parlamentares e responsáveis Europeus da importância da ameaça das alterações climáticas. Aplaudimos o compromisso da Europa para liderar mundialmente a redução das emissões de carbono. E aplaudimos o reconhecimento de que os transportes estão no centro da política para as alterações climáticas.


2. A bicicleta é o mais importante veículo com emissões zero. Portanto a bicicleta deveria ser altamente promovida como um meio efectivo de transporte sustentável. Nós questionamos se o progresso tecnológico e o desenvolvimento de novos combustíveis contribuam, por si só, para o nível necessário de redução de emissões de carbono no sector dos transportes.


3. A posição da ECF é que a utilização da bicicleta deve ser aceite como um igual e muitas vezes preferível modo de transporte. A bicicleta tem que ser incorporada em todas as áreas da política de transportes, assegurando uma fácil combinação com outros modos de transporte (intermodalidade total).


 4. A bicicleta tem uma contribuição válida em muitas áreas da política. Isto significa que todos os documentos políticos Europeus relevantes - sobre transportes, alterações climáticas, uso do solo e ordenamento do território, saúde pública e assuntos sociais - devem fazer referências claras e específicas às vantagens da utilização da bicicleta.


5. Convidamos as autoridades Europeias de transporte, a todos os níveis, para que definam imediatamente metas para um crescimento radical dos níveis de utilização da bicicleta e, para que se comprometam imediatamente a investir um mínimo de 10% do orçamento dos em medidas pró-bicicleta.


6. Convidamos a Comissão Europeia a estabelecer sem demoras um posto a tempo inteiro para um Director para a Politica da Bicicleta no seio da Direcção-Geral da Energia e Transportes.


7. A Europa deve estabelecer como prioritário um programa de demonstração de Cidades Amigas da Bicicleta, com suporte financeiro suficiente para assegurar o sucesso na mudança de uma grande percentagem de deslocações em automóvel para deslocações em bicicleta.


8. Existe uma necessidade imediata de expansão e melhoramento das infra-estruturas para o cicloturismo, como a EuroVelo, a rede ciclável Europeia e carruagens para bicicletas nos comboios de longo curso para promover um turismo sustentável e saudável e para ajudar os cidadãos Europeus a descobrir os benefícios da bicicleta.


9. A ECF e os seus membros têm actualmente amplas evidências do potencial de crescimento da utilização da bicicleta, da sua relação custo-eficiência e valor em termos monetários. A implementação tem que começar agora; apelamos também para que seja feito um maior e complementar investimento em investigação sobre a bicicleta que realce ainda mais a base de evidências.


10. A ECF apela a todos os políticos e representantes oficiais reconheçam o importante contributo que a bicicleta pode e deve fazer para parar as alterações climáticas. Pedimos que trabalhem connosco para alcançarmos o seu potencial e garantirmos uma melhor qualidade de vida agora e no futuro.


Assembleia Geral da ECF, Berna, 19 de Maio de 2007


Seguem-se as assinaturas da Declaração de Berna pelas 28 organizações participantes na Assembleia Geral de 2007

publicado por antonio ribeiro às 19:31

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