Contra a invasão do betão, pela qualidade de vida de quem vive no nosso Concelho !

25
Ago 06
Em comunicado enviado ao Diário de Odivelas e datado de 22 de Agosto, os Vereadores da CDU contestam aquilo que chamam de «Invasão do cimento na Quinta dos Cedros».

A  OBRIVERCA conhecida como grande produtora de mega-urbanizações, esmagadoras, densas, com cimento em tudo quanto é sítio,  na maior parte das vezes utilizando artifícios para contornar a Lei, tendo também por isso muitas delas a serem analisadas pelos tribunais como acontece por exemplo no nosso concelho e em Vila Franca de Xira.


A Câmara de Odivelas tem permitido a esta empresa que faça da urbanização "Colinas do Cruzeiro" um estaleiro permanente, obrigando quem ali comprou apartamentos a circular e viver no meio de lixos, poeiras, queimadas e máquinas em funcionamento, com a agravante de não ter construído nenhuma área verde nem zonas de estar e lazer com  as dimensões e dignidade compatíveis com o elevado número de fogos já construídos e vendidos.


A Câmara de Odivelas e os Serviços Municipalizados de Loures não têm exigido que a OBRIVERCA construa vias de acesso para servir as suas urbanizações, que construa Depósitos de Água como acontecia no tempo em que o território era gerido pela CDU quando geria Loures. É por isso que a água não tem pressão e as roturas são diárias.


Na passada reunião de 26 de Julho a Câmara aprovou com os votos contra da CDU, um protocolo que permite a construção de 84 fogos na Quinta dos Cedros, para que a OBRIVERCA faça o alargamento da estrada. Esse alargamento já era uma obrigação do urbanizador.


 A OBRIVERCA comprou parte da Quinta dos Cedros, que era e é um importante pulmão verde entre Odivelas e Famões, vai certamente ter o mesmo comportamento que tem tido até aqui. Irá substituir toda a riqueza vegetal desta quinta por cimento e nem sequer constrói as infra-estruturas necessárias para satisfazer as necessidades de quem vier a comprar os novos apartamentos.


A população e os moradores destas urbanizações suportam os custos destes compromissos, enquanto se permite aos urbanizadores cada vez mais lucros, sem as contrapartidas a que estavam obrigados.


Será assim que a Senhora Presidente da Câmara consegue ter um desenvolvimento sustentado no Concelho?


A CDU contesta esta política de compromissos ruinosos que condenarão inevitavelmente o futuro de Odivelas.


Diário de Odivelas


A equipa deste Blog agradece, uma vez mais, ao PS e PSD por continuarem a permitir a invasão de cimento no nosso concelho, sem a qual não fazia sentido o nome e a continuidade deste Blog. Obrigado!


António Ribeiro

publicado por antonio ribeiro às 11:31

Também eu vou viver para as Colinas e espero que alguma coisa ainda possa melhorar!...bom mesmo foi encontrar uma loja de decoração - Companhia das Prendas -, junto à PSP do Centro Colombo que, para além de ter coisas lindas... tem descontos para este empreendimento. Se ainda não mobilaram... vão ver como conseguem ficar com uma casa bonita. Tenho é pena de não ter dinheiro para umas comodas pintadas à mão... Aproveitem!!! afinal, nem tudo é mau...
Teresa Campos a 4 de Março de 2007 às 17:17

Estou a ponderar adquirir uma nova casa e por este motivo fui ver alguns edificios á urbanização Colinas do Cruzeiro , na realidade embora algumas casas possam ter áreas generosas a urbanização não tem qualidade nenhuma , sem espaços verdes , edificios com 8 andares ou mais , sem espaço para estacionamentos , sem transportes colectivos , só com 2 acessos para uma população previsivel de 10000 pessoas , enfim , tudo mal pensado em que o único beneficiado são os cofres da Camara .
Aquela urbanização não vai dar qualquer qualidade de vida a quêm lá comprar casa.

Pensativo quanto a este problema e porque penso ue nós portugueses falamos muito mas fazemos pouco tentei contactar a CM Odivelas para saber pormenores do projecto urbanistico da referida urbanização nomeadamente espaços verdes (que puderam ser "riscados" a favor de mais lotes) e qual não é o meu espanto quanto obtenho a resposta de que um cidadão sem autorização do Presidente não pode consultar o projecto , que por lei até deveria ser público.
Bom , como não moro no concelho de Odivelas dei por terminada a minha necessidade de obter informações e responsabilidades , com este presidente , com esta estrutura camarária não penso em adquirir sejao que for no concelho de Odivelas , quanto a vocês , concidadãos e habitantes de Odivelas e da referida urbanização ... unam-se , organizem-se e lutem pelos vossos direitos , que tal um abaixo-assinado com milhares de assinaturas a pedir espaços verdes de dimensão na referida urbanização ? a pedir uma assembleia municipal extra-ordinária para discução deste assunto ?que tal a publicação em Jornais nacionais de artigos que denúnciem esta falta de qualidade de serviços municipais em pleno sec. 21 e na Europa ?se se unirem muito podem fazer , senão ...só vos resta pagar e calar ... já agora , sabiam que as finanças locais avaliaram por excesso os imoveis de modo a obterem mais dividentos ?(impostos) , comparem com a avaliação de imveis novos do concelho vizinho de Loures e vão ficar surpreendidos , prometo-vos , eu fiquei.
Luis a 18 de Fevereiro de 2007 às 21:17



Meus Senhores,

É urgente denunciar o que se passa no Municipio de Odivelas de modo a travar a construção, completamente anárquica, das Colinas do Cruzeiro...
Devemos pedir, imediatamente, uma visita dos mais altos cargos deste País a este aglomerado de cimento injustificável. Temos aqui o retrato dos "Nossos Autarcas" sem formação nem conhecimentos para o cargo... Há que denunciar e exigir responsabilidades.
Estamos a pagar, a preços de Lisboa, casas que, jamais, conhecerão o Sol...! É Urgente que o 1.º Ministro conheça esta face das Autarquias para que projecte a face deste País!!!
Filipe a 15 de Fevereiro de 2007 às 11:17

e já agora!... como se irão sentir as pessoas que comprarem apartamento no "dito" condominio privado? :) no meio de um bairro de lata? quer dizer... de cimento!!! eh!eh!
é uma vergonha para o Municipio... para nós, moradores em Odivelas... mas, o pior... é para quem compra nas Colinas... penso que ainda estariam a tempo de reclamar junto das autoridades, quem sabe... alguns predios não cairião por terra? afinal, ainda vivemos num estado de direito... né?!
temos a faca e o queijo na mão! se não comprarmos... eles não vendem! se não vendem... não engordam os bolsos à nossa conta! e, acredito!... passaremos a ter empreendimentos com qualidade. Somos nós, os que compramos... que temos que exigir!
se no restaurante lhe derem carne estragada, come? não, pois não? então!...
augusta a 17 de Janeiro de 2007 às 17:26

Também eu pensava comprar nas Colinas do Cruzeiro... mas, pelo que fui vendo, é gato por lebre!!!
Bom seria que o consumidor fosse mais exigente e não pagasse pelo que não tem... talvez os responsáveis Municipais e os empreiteiros nos respeitassem mais quando vissem os imoveis ficarem sem compradores... Conseguiram tornar um - Belo Projecto - num labirinto inqualificável!!!
augusta a 17 de Janeiro de 2007 às 16:43

Sou moradora de um andar situado na Urbanização das Colinas do Cruzeiro.
Manifesto desta forma a minha profunda consternação pelo aglomerado deficientemente inserido na malha urbana da cidade, as Colinas do Cruzeiro, que se pretende de futuro uma cidade cosmopolita e não uma cidade dormitório como até à data é considerada.
Era suposto, pelo que me tinha sido reportado à alguns anos atrás, que as Colinas do Cruzeiro, seriam um agrupado não muito desmedido de edifícios bem concebidos esteticamente tanto a nível exterior como interior, com numerosos espaços verdes e de lazer para os seus futuros moradores. Projectava-se então à data um bairro para uma classe média-alta, que pretendia sobretudo proporcionar qualidade de vida dentro de uma cidade sufocada de edifícios, a quem o elegesse como local para residir.
Presentemente é visível a qualquer indivíduo que por ali passar, que em termos de ordenamento territorial, ou de beleza paisagística aquela Urbanização fica muito aquém do que foi inicialmente pensado, sendo bem perceptível que a Câmara Municipal de Odivelas se encontra numa posição consciente de perfeita cegueira em relação à monstruosidade que todos os dias ali vai crescendo.
Quando Odivelas passou a concelho, depositei esperanças de ver a Cidade evoluir em toda a sua gestão e tornar-se numa metrópole às portas de Lisboa, competitiva, evoluída, capaz de atrair investimentos e negócios que servissem de suporte ao crescimento saudável e sustentável de uma cidade virada para o futuro, uma cidade atractiva em todos os sentidos, uma cidade que pela sua modernidade, dinâmica, harmonia e graciosidade se propunha num futuro próximo captar novos munícipes, cada vez mais jovens. Em vez disso e para meu desalento, deparo-me hoje, e considerando a sua recente criação, com um município endividado, um município que foi capaz atrair investimento e negócio, mas de uma forma muito negativa, porque permitiu que o urbanismo da cidade, um urbanismo que deveria ter sido projectado de forma planeada e consciente, passasse a ser um negócio, uma mina de ouro para muitos!
Sinto-me entristecida, com o facto de o bem-estar e a qualidade de vida dos actuais e futuros munícipes, não ser uma prioridade da Câmara de Odivelas. É um erro crasso. O município e a qualidade de vida de quem o habita e pode vir a habitar, tem de ser pensada numa perspectiva de futuro, porque cada vez mais se está a consolidar o conceito de Odivelas ser uma cidade dormitório, uma cidade deserta durante o dia.
Considero que é altura de colocar um travão em determinadas situações menos claras e transparentes que envolveram durante anos o licenciamento urbanístico do município, é uma situação clara para mim, muito embora não seja entendida na matéria, como para qualquer individuo mais atento a estas questões, um individuo que se preocupe com o meio onde está inserido.
Tenho perfeita consciência que uma das formas mais eficaz e rápida de gerar receita, é o licenciamento urbanístico, e porque sou uma pessoa atenta à minha Cidade, também tenho consciência do seu actual estado financeiro, fruto de uma má gestão, principalmente, do anterior executivo!
Não podemos permitir que em cada espaço livre que existe ainda nas Colinas do Cruzeiro, seja aproveitado para construção de novos edifícios, sem levar em consideração a construção existente, e quem ali investiu o dinheiro de uma vida.
Onde estão os equipamentos sociais e espaços verdes, que são exigidos aos construtores?
O mais triste destas situações, é que se fale muito nelas, mas não se leve a cabo iniciativas que realmente coloquem um travão nestas anormalidades. Todos falam da grotesca contrução nas Colinas do Cruzeiro, no que de ilegal ali foi feito e negociado, e no que ali deveria ter sido e não foi construido.
Este tipo de urbanizações e nomeadamente esta, existem e crescem sobre os olhares e criticas de muitas pessoas, mas quem é capaz de colocar um travão nisto? falar todos falam e todos são capazes de o fazer, mas será que existe alguém capaz de fazer mais do que falar? Será que não existe alguém capaz de fazer denuncias concretas e fundamentadas por forma a responsabilizar os curruptos envolvidos nestas negociatas da China?
Revolta-me viver num país em que todos falam e ninguém faz nada!
Ins Jordo a 28 de Dezembro de 2006 às 19:11

Como morador das "Colinas do Cruzeiro", à dois anos e meio, tenho assistido de tudo... as condições de segurança que os moradores estão sujeitos (e já somos muitos) é de bradar aos céus! Espaços verdes nem um (pois as rotundas todas floridas não são local para correr, para brincar nem para passar o tempo) e de um parque infantil nem sombras. Cada vez mais se vêm famílias novas com crianças nesta urbanização que têm de sair praticamente do concelho para usufruir de um espaço verde em condições. Veja-se o caso da Quinta das Conchas, no lumiar. Aconselho a visita aos vereadores da CMO. O que estão à espera?? Esta nova massamá (com respeito aos seus moradores) não está a dar já muito dinheiro de impostos à CMO?
Desculpem o desabafo
Joo Pedro a 18 de Outubro de 2006 às 10:37

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