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Odivelas de Cimento

Contra a invasão do betão, pela qualidade de vida de quem vive no nosso Concelho !

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Odivelas de Cimento

26
Abr06

20 ANOS DEPOIS

antonio ribeiro

Nastasya.jpg

Nastasya Vasilyeva chora junto à sua casa de Rudniya, perto da zona de contaminação de Chernobyl


Foi a 26 de Abril de 1986. Na central nuclear da cidade ucraniana de Tchernobil estava a testar-se o reactor 4. Desligaram-se vários sistemas de segurança e reduziu-se a potência para níveis muito abaixo dos recomendados. Aos erros humanos juntaram-se as debilidades da tecnologia e aconteceu o maior acidente nuclear da História.

Consecutivas explosões lançaram uma nuvem radioactiva sobre vários países da Europa. A Bielorússia, a Rússia e a Ucrânia foram as nações mais atingidas.

Estima-se que cerca de 56 pessoas perderam a vida devido às radiações. Mas ninguém sabe dizer quantas mais virão a morrer. Sabe-se sim que o número de casos de cancro tem vindo a aumentar. Uma tendência que se acredita irá continuar por vários anos.

No ambiente, os efeitos podem medir-se ainda hoje. Há material radioactivo nos solos, no fundo dos rios e lagos, nos animais e nas plantas.

Mas as consequências das explosões no reactor 4 são sentidas também ao nível económico. Chernobyl custa por ano 5 a 7 por cento do PIB da Ucrânia, 6 por cento do da Bielorússia. Só na nova cobertura de protecção do reactor 4, Kiev conta gastar mil milhões de euros.

A estrutura deverá permitir o desmantelamento do que resta do reactor onde há ainda toneladas de combustível e outros materiais contaminados.

Um processo que, de acordo com o Presidente ucraniano, Viktor Yushenko, deverá estar concluído até 2010.

Hoje, na região de Chernobil residem 2.300 mil pessoas. Dentro da área sujeita ao controlo especial radioactivo, encontram-se permanentemente 1.600. Não longe do reactor 4 moram 400 pessoas.

Este ano, o governo da Ucrânia, com a ajuda da União Europeia, inicia a edificação de um novo sarcófago reforçado que cobrirá o velho e gasto construído sobre o reactor 4.

A obra, avaliada em quase 2.000 milhões de euros, deverá garantir, nos próximos 100 anos, o isolamento da reacção em cadeia em curso no interior daquele "vulcão". 



 sic online com lusa


















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